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	<title>Palavra Prudente</title>
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	<link>https://palavraprudente.com.br</link>
	<description>Estudos bíblicos para cristãos e igrejas</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Nov 2020 17:51:52 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Conversão: Um estudo bíblico sobre o que a Bíblia ensina</title>
		<link>https://palavraprudente.com.br/biblia/conversao-um-estudo-biblico-sobre-o-que-a-biblia-ensina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gardner]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 12:27:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia & Doutrina]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto-chave: Porque eles mesmos anunciam de que maneira fomos recebidos entre vós, de que forma vos convertestes dos ídolos a Deus, para servirdes ao Deus&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Texto-chave: <em>Porque eles mesmos anunciam de que maneira fomos recebidos entre vós, de que forma vos convertestes dos ídolos a Deus, para servirdes ao Deus vivo e verdadeiro</em>. (1 Tessalonicenses 1.9)</p>
<p><strong>Resumo</strong>: Conversão é o milagre operado por Deus no coração dos pecadores, fazendo com que deixem seus pecados e creem em Jesus Cristo como Salvador.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Em 1686, com apenas 19 anos, o jovem Elias Keach mudou-se da Inglaterra para os Estados Unidos. Um filho rebelde, Elias estava frustrado com seus pais religiosos e quis tentar a sorte na América.</p>
<p>Assim que desceu do navio, teve uma ideia: já que seu pai, Benjamin Keach, era um famoso pregador Batista, porque não fingir que ele também era um pregador da Palavra? Vestiu a túnica de um ministro, e rapidamente ganhou aceitação e respeito na colônia. No mesmo dia, recebeu um convite para pregar no culto de domingo, tendo direto a casa pastoral de um pequeno rebanho que estava a procura de um pastor.</p>
<p>Seu plano estava dando muito certo. No domingo de manhã, a igreja estava cheia, todos ansiosos para ouvir o filho do &#8220;famoso Pr. Keach”! Elias se dirigiu até o púlpito e começou a citar uma das sermões proferidas pelo seu pai. Sua imitação foi praticamente perfeita — até chegar na metade do sermão. De repente, enquanto falava do Evangelho, ele parou, como que assustado. Seus ouvintes temiam que ele estava sofrendo uma convulsão. Sentindo o peso da sua culpa, Elias caiu de joelhos, e tremendo e chorando, confessou seu pecado e rogou por perdão. O historiador Morgan Edwards comenta, “Mesmo sendo um momento de grande desespero, houve um final feliz: foi naquela ocasião que Elias se converteu!” (Morgan Edwards, Materials Towards a History of the Baptists in Pennsylvania Both British and German, vol. 1 (Philadelpha: Joseph Cruckshank and Isaac Collins, 1770), 9-11.)</p>
<p>Perdoado por Deus e os homens, o ex-impostor foi acolhido pelos fazendeiros daquela região, aonde foi grandemente usado por Deus como evangelista e plantador de igrejas.</p>
<p><strong>1. O QUE É CONVERSÃO?</strong></p>
<p>Mas o que aconteceu de fato naquele domingo durante o sermão? Como é que a Bíblia explica esse fenômeno chamado “conversão”?</p>
<p>Essas perguntas são importantes por, pelo menos, 2 motivos:</p>
<p><strong>2. Jesus Cristo colocou muita importância na conversão, também chamado de “nascer de novo”.</strong> Em João 3 encontramos o relato de Nicodemus, um líder entre os judeus e um homem profundamente religioso, que conversava com Jesus Cristo sobre como entrar no reino de Deus. E Jesus Cristo vai direto ao assunto: &#8221; Em verdade, em verdade te digo que ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo. ” (Almeida Século 21, Editora Vida Nova). O nascer de novo é necessário para sermos aceitos na presença de Deus.</p>
<p><strong>3. O Evangelho genuíno produz a conversão.</strong> Em nosso texto-chave, o apostolo Paulo escreve uma carta aos cristãos em Tessalônica, uma cidade permeada pelo paganismo e idolatria. Paulo lembra os cristãos qual foi é o efeito do Evangelho: pessoas deixaram seus ídolos e começaram a servir ao único Deus verdadeiro. Essa mudança radical é a conversão, e sempre acontece no inicio da vida cristã.</p>
<p>Em primeiro lugar, podemos considerar o que conversão não é:</p>
<p><strong>I. Não é uma mera mudança de vida.</strong></p>
<p>Todo Janeiro, temos o costume de fazer resoluções do ano novo. Queremos mudar nossos hábitos: ir a academia, estar mais presente com a família, poupar mais dinheiro, ou perder peso. São mudanças boas e saudáveis. A conversão pode levar homens a mudarem seus maus hábitos, mas a mera mudança em si não é conversão. É possível mudar nossos hábitos sem sermos convertidos. É possível, por exemplo, alguém adotar um estilo de vida mais generoso, mais humilde, ou mais paciente, sem ter nascido de novo.</p>
<p>O Pastor Mark Dever explica assim:</p>
<blockquote><p>“Muitos dizem que a conversão é apenas um assentimento mental. Precisamos somente fazer uma decisão, ir á frente após o apelo, preencher um cartão, fazer uma oração. A mudança, conforme muitos imaginam, pode ser bem superficial. Pode envolver começar a nutrir alguns sentimentos morais, unir-se a uma igreja, participar de programas e atividades, oferecer-se como voluntário para ajudar os necessitados. Isto é um tipo de versão ampliada das resoluções de Ano Novo.” (DEVER, Mark. Nove Marcas de uma Igreja Saudável, Editora Fiel, pg 111)</p></blockquote>
<p><strong>II. Não é adotar costumes religiosos.</strong></p>
<p>Nosso amigo Nicodemus, mencionado em João 3, havia gasto décadas da sua vida estudando a Lei de Deus. Ele concordava com as palavras de sabedoria ditas pelos profetas do Antigo Testamento. Ele entendia que o homem deve adorar somente a Deus. Ele buscava obedecer aos 10 mandamentos. E era um professor de teologia muito respeitado na comunidade. Ou seja: ele tinha o hábito de praticar religião, e tentava se conformar as exigências de Deus.</p>
<p>Por isso, muitas pessoas pensariam que Nicodemus era um convertido. Mas apesar da sua religiosidade, Nicodemus ainda não cria que sua vida precisava ser salva, e nem que Jesus Cristo é o único Salvador. Ainda que a conversão produz frutos de boas obras, não são as boas obras em si que definem a conversão. Uma pessoa pode adotar um estilo de vida mais religioso e mesmo assim não ser convertido.</p>
<p><strong>DISCUTAM</strong>: Em Lucas 18.9-14, quais foram as motivações religiosos do publicano? Qual foi o local religioso que ele frequentou? Ele não negava a existência de Deus, e fazia muitas boas obras. Mas era um homem que não tinha paz com Deus, pois não havia nascido de novo.</p>
<p>Então, o que é conversão?</p>
<p><strong>III. Conversão é ter um novo coração para com Deus.</strong></p>
<p>A Bíblia descreve o homem natural como sendo morto nas suas transgressões e pecados (Efésios 2.1). Isso significa que éramos mortos para com a voz e vontade de Deus. Não podíamos conhece-lo ou adora-lo como Deus. Nosso único desejo era de buscar a nossa própria satisfação em qualquer coisa exceto Deus. Uma pessoa morta em seus pecados está disposto a adorar a si mesmo, ou as ideias promovidas pela sua cultura, ou as celebridades de TV e craques do futebol. Mas ela não adora ao Deus único e verdadeiro. Toda sua adoração é direcionada aos homens. É uma disposição de dar ouvidos aos desejos do próprio coração ao invés de se submeter a Palavra de Deus. Isso se chama “idolatria&#8221;.</p>
<p><strong>DISCUTAM</strong>: Levando em consideração 1 Tessalonicenses 1.9, quais são alguns ídolos dos nossos dias que prometem satisfação, alegria ou salvação?</p>
<p>Um homem morto em seus pecados não pode se regozijar na presença gloriosa de Deus. Mas na regeneração, Deus quebranta o coração de pedra e produz um coração vivo em nós. É um coração que ouve a voz de Deus, que entende a condenação do pecado, e que deseja confiar no Evangelho. É um coração que confessa seus pecados e confia em Jesus Cristo como Salvador. Isso chamamos de ‘conversão’ e de ‘nascer de novo’.</p>
<p>A conversão é uma verdadeira milagre — ela não ocorre sem o poder de Deus. Na sua carta aos Tessalonicenses, Paulo descreve esse milagre: &#8220;vos convertestes dos ídolos a Deus, para servirdes ao Deus vivo e verdadeiro.” Suas vidas giravam em torno dos seus ídolos. Mas o Evangelho foi pregado. Foram chamados para se arrepender e confiar em Jesus Cristo como Salvador. E isso fizeram. E houve uma mudança radical — uma mudança de coração. Agora adoram ao Deus vivo. Agora se alegram com a Palavra do Deus verdadeiro. Agora obedeçam a voz de Deus. Pois nasceram de novo!</p>
<p><strong>2. Quais as evidências bíblicas da conversão?</strong></p>
<p>Podemos perceber dois momentos distintos na conversão dos Tessalonicenses: o momento de deixar os ídolos, e o momento de servir a Deus. Esse dois momentos são chamados de arrependimento, e fé.</p>
<p><strong>1. ARREPENDIMENTO  &#8211;</strong> Pessoas podem deixar de praticar certos pecados por diferentes motivos. Talvez por terem sido descobertos. Talvez por cansarem do pecado em si. Talvez por perceberem que algum pecado especifico estava causando desgaste financeiro ou emocional. Mas o arrependimento bíblico é deixar o pecado por ele ser uma ofensa contra Deus. O arrependimento genuíno é abominar a idolatria porque ela é uma transgressão da lei de Deus. É uma afronta contra a santidade de Deus.</p>
<p><strong>2. CRER NO EVANGELHO  &#8211;</strong> As boas novas do Evangelho são que Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16). Isso quer dizer que a culpa e condenação dos nossos pecados foram colocados sobre Jesus Cristo. Ele pagou o preço dos nossos pecados. Na cruz, Ele sofreu a nossa morte. Mas Ele ressuscitou vitorioso! Ele derrotou a morte! E por isso devemos crer na sua obra. Somente Jesus Cristo mereçe nossa confiança porque só Ele foi vitorioso.</p>
<p>Durante seu ministério na terra, Jesus Cristo chamava seus ouvintes a se arrependerem. &#8220;Jesus foi para a Galileia, pregando o evangelho de Deus e dizendo: Completou-se o tempo, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho.” (Marcos 1.14,15) A mesma mensagem foi proclamada pelos discípulos de Cristo, anunciando &#8220;tanto a judeus como a gregos, o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus.” (Atos 20.21) E por isso nossas igrejas devem anunciar o mesmo Evangelho.</p>
<p><strong>DISCUTAM:</strong> Considera, por exemplo, esse dois momentos de conversão:</p>
<ul>
<li>Paulo — Atos 9.1-19</li>
<li>Malfeitor na cruz — Lucas 23.39-44</li>
</ul>
<p>Antes de se encontrarem com Jesus Cristo, como viveram? Qual a mudança de coração que demonstram após se encontraram com Jesus Cristo?</p>
<p><strong>3. Como a compreensão de conversão influencia na igreja?</strong></p>
<p>A igreja é chamada para pregar o Evangelho em todas as nações. Mas nossa Evangelização será direcionada pelo nosso entendimento da conversão. Se entendemos que conversão é um ato superficial no qual as pessoas simplesmente adotam hábitos diferentes, nossa evangelização falará menos de Jesus Cristo, e mais do moralismo e boas obras. Se entendemos que conversão é adotar uma vida religiosa, não daremos valor quando o Evangelho chama os homens para arrepender-se dos seus pecados.</p>
<p>Antes, um entendimento bíblico e saudável de conversão ajudará a igreja a:</p>
<p><strong>I. Descansar no Senhor</strong>. Embora somos chamados a trabalhar na obra e semear o Evangelho, é Deus que dá crescimento (1Cor 3.6). Uma igreja saudável tem a expectativa saudável de que Deus chamará homens para si. Ele transformará os corações. Basta sermos fieis na pregação da Palavra.</p>
<p><strong>II. Destacar a obra de Jesus Cristo.</strong> Uma igreja que entende a conversão bíblica terá a alegria de apontar a morte e ressureição de Jesus Cristo em cada mensagem, cada cântico e cada culto. Assim como a igreja dos Tessalonicenses, as igrejas saudáveis entenderão que Deus nos chama para arrepender-nos da idolatria e confiar somente em Jesus Cristo como nosso Salvador e Reino.</p>
<p><strong>DISCUTAM</strong>: É possível que uma igreja perde “seu primeiro amor” e assim deixa de anunciar a obra de Jesus Cristo. Quais são algumas outras mensagens (boas ou ruins) que igrejas podem ser tentadas a anunciar ao invés de dar prioridade a mensagem do Evangelho?</p>
<p><strong>4. Como a visão bíblica de conversão muda minha vida?</strong></p>
<p>É possível que nosso estudo alcança três tipos de pessoas:</p>
<p>Talvez você cresceu na igreja. Ou talvez você gasta a maioria do seu tempo em contextos cristãos. Talvez você está bem acostumado com os cultos, projetos e programas da sua igreja. Talvez você já memorizou cânticos e passagens da Bíblia. Pode ser que você seja tentado a imaginar que esses (bons!) hábitos e costumes resumem a vida cristã, e esquecer que o arrependimento e fé caracterizam a vida cristã.</p>
<p>Ou, talvez você é recém-convertido. Talvez você está aprendendo a alegria do tempo devocional, os cultos e comunhão com a família de Deus. Pode ser que você seja tentado a imaginar que a vida cristã se resume em uma lista de deveres, e que, daqui pra frente, o arrependimento e fé não serão tão necessários na vida cristã.</p>
<p>Ou talvez você ainda não experimentou a conversão. Talvez você ainda não deseja se submeter a Palavra de Deus, e obedece-lo como único Deus. Talvez você é tentando a procurar esperança e salvação em coisas deste mundo, ou até em si mesmo, e não no Evangelho. Talvez você não acredita que seja um pecador, ou que seus pecados são uma afronta a glória de Deus.</p>
<p>Em todos os casos, o Evangelho de Jesus Cristo anuncia: a conversão é uma obra poderosa de Deus. É uma maravilhosa demonstração da misericórdia e graça de Deus. E Ele nos chama para nos arrepender dos nossos pecados e confiar na obra de Jesus Cristo sempre. Devemos, portanto, nos submeter a sua Palavra e obedecer a sua Voz. Hoje somos chamados ao arrependimento e fé em Jesus Cristo. Não só no início da nossa vida cristã. Mas durante todas as nossas vidas. Hoje e continuamente. Em Jesus Cristo encontramos perdão, esperança e um coração transformado.</p>
<p><em>Crês nisso?</em> (João 11.25,26)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>E Se Você Ficasse Sem Nada?</title>
		<link>https://palavraprudente.com.br/vida-crista/e-se-voce-ficasse-sem-nada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gardner]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 10:27:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida cristã]]></category>
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					<description><![CDATA[Querido cristão, um dos pilares fundamentais da fé cristã é a verdade acerca da sua identidade em Cristo. É uma realidade que muda tudo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se eu tirasse todas suas conquistas, qual seria seu conforto?</p>
<p>Se eu fizesse desaparecer seus certificados, suas viagens, aquelas compras que mais te causam orgulho, seu emprego, aonde você mora, etc. Se você precisasse começar a vida do ZERO &#8211; sabe qual seria seu conforto? Seu relacionamento com pessoas que amam você. Você recorreria aos seus familiares, e amigos mais próximos. </p>
<p>Sua identidade como “filho amado” ou “amigo amado” iria te sustentar. Sua identidade é fincada naquilo que você é, e não aquilo que você tem.</p>
<p>Querido cristão, um dos pilares fundamentais da fé cristã é a verdade acerca da sua identidade em Cristo. É uma realidade que muda tudo. </p>
<p>Como você responderia a essa pergunta: “Se eu tirasse toda sua experiência religiosa &#8211; todos seus rótulos, toda sua reputação de estudioso, servo, teólogo, reformado, toda a estrutura organizada da sua denominação, toda a tradição histórica da sua igreja, todos os argumentos que já venceu na internet &#8211; e deixasse você apenas com sua identidade de “filho amado de Deus”, isso bastaria?” Começar do zero &#8211; mas com Jesus! &#8211; seria o suficiente para agradar a Deus?</p>
<p>A gente sabe que a resposta é sim, mas no fundo, no fundo . . . nosso coração entra em crise. Não acreditamos que basta apenas SER filho amado &#8211; acreditamos que Deus só nos aceita ao longo prazo se acrescentamos algo de valor ao nosso cristianismo.</p>
<p>Entendemos que ser membro da denominação X, ser pastoreado por pastor Y, ser ativo no movimento Z torna nossa identidade mais completa.</p>
<p>Me entenda que não estou dizendo que igreja, doutrina ou obediência são inúteis. O próprio Jesus nos mostrou a importância dessas coisas. Entretanto &#8211; e aqui é o ponto chave &#8211; nossa obediência e crescimento surge como implicação de quem já SOMOS em Jesus Cristo. Nele, nossa identidade é de filho perdoado, abraçado, perdoado, e eternamente aceito. Agimos portanto por sermos, e não PARA sermos.</p>
<p>Cara, isso é fantástico.</p>
<p>O apóstolo Paulo pregava o Evangelho mesmo perseguido, pois tinha consciência de que nada nos separará do amor de Jesus Cristo. Paulo não servia para conquistar uma identidade; antes sua identidade estava segura, e isso motivava sua missão. </p>
<p>Acredito que muitos jovens (e velhos tbm) estão procurando um movimento, uma teologia sistemática, um pastor, uma denominação, um tipo de liturgia que lhes confere uma identidade. Ou procurem sua identidade em uma causa, status social, ou chamado. </p>
<p>E depois vivem inquietos pois qualquer coisa que abale aquela igreja, chamado, casamento, etc TAMBÉM vai abalar seu senso de identidade. </p>
<p>Sua identidade vai e vem, aumenta e diminui, com cada experiência nova.</p>
<p>Paulo não vivia com essa inquietação. Você poderia tirar TUDO dele, e mesmo aprisionado, nu, cego e abandonado, você ouviria essas palavras: “estou certo que nada me separará do amor&#8230;”. </p>
<p>Que Deus levante homens e mulheres que estão profundamente convictos de quem são em Jesus Cristo. E assim serão dispostos a serem inseridos em qualquer contexto &#8211; seja nas cidades mais ricas da Europa, ou as mais necessitadas da America do Sul &#8211; e ali VIVER aquilo que SÃO em Jesus Cristo: amados, alcançados pela graça, transformados pela misericórdia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É Possível ser &#8216;Gente Boa&#8217; sem ser Cristão</title>
		<link>https://palavraprudente.com.br/vida-crista/e-possivel-ser-gente-boa-sem-ser-cristao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gardner]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 10:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida cristã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://palavraprudente.com.br/?p=39321</guid>

					<description><![CDATA[Não é preciso ser religioso para ser "gente boa". Dito de outra forma: ser uma pessoa bacana não é exclusividade do cristianismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="bj53t-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bj53t-0-0">Papo reto com você que (como eu) cresceu na igreja: é possível ser uma pessoa legal sem ser seguidor de Jesus. Não é preciso ser religioso para ser &#8220;gente boa&#8221;.</div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="f4qn6-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="f4qn6-0-0"><span data-offset-key="f4qn6-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="e7ctc-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="e7ctc-0-0"><span data-offset-key="e7ctc-0-0">Dito de outra forma: ser uma pessoa bacana não é exclusividade do cristianismo. Prova-se esse ponto com dois fatos:</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="5q5nn-0-0">
<ol>
<li class="_1mf _1mj" data-offset-key="5q5nn-0-0"><span data-offset-key="5q5nn-0-0">Há MUITA gente chata no meio do cristianismo.</span></li>
<li class="_1mf _1mj" data-offset-key="5q5nn-0-0">Há muita gente legal fora do cristianismo.</li>
</ol>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="749u4-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="749u4-0-0"><span data-offset-key="749u4-0-0">Para alguns isso é óbvio. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="1nht5-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1nht5-0-0"><span data-offset-key="1nht5-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="232r4-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="232r4-0-0"><span data-offset-key="232r4-0-0">Mas quero falar com vocês que cresceram em um contexto que alimentava (intencionalmente ou não) a idéia de que é somente NA IGREJA que se encontra pessoas respeitosas, acolhedoras, amáveis. Gente que preza por valores. Como se fora da igreja só existe gente &#8220;demôninho&#8221; &#8211; babacas sem ética de trabalho, sem honestidade, sem compaixão.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="5h3gm-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5h3gm-0-0"><span data-offset-key="5h3gm-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="df687-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="df687-0-0"><span data-offset-key="df687-0-0">E ae o que acontece é que aparece uma crise na vida do jovem membro da igreja, e ele acaba (1) sendo magoado por gente dentro da igreja e (2) experimentando aceitação por gente fora da igreja.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="9spds-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9spds-0-0"><span data-offset-key="9spds-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="5blb2-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5blb2-0-0"><span data-offset-key="5blb2-0-0">E ae o jovem chega a conclusão: &#8220;Poxa, eu não preciso de religião para ser bacana. Eu não preciso de religião para tratar as pessoas bem.&#8221;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="3q3tl-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3q3tl-0-0"><span data-offset-key="3q3tl-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="do94b-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="do94b-0-0"><span data-offset-key="do94b-0-0">E não precisa mesmo.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="f6f5g-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="f6f5g-0-0"><span data-offset-key="f6f5g-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="9po0j-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9po0j-0-0"><span data-offset-key="9po0j-0-0">Vou abrir o jogo agora para você não ter que descobrir isso depois: não é preciso ser uma pessoa de fé para ser uma pessoa que trata os outros com dignidade.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="8acdl-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8acdl-0-0"><span data-offset-key="8acdl-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="6rvms-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6rvms-0-0"><span data-offset-key="6rvms-0-0">Escuta: <strong>Não foi para tornar pessoas legais que Jesus Cristo veio a este mundo. </strong></span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="4s2g1-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="4s2g1-0-0"><span data-offset-key="4s2g1-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="dhcpl-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="dhcpl-0-0"><span data-offset-key="dhcpl-0-0">Não foi para salvar os &#8220;chatos&#8221; que Cristo veio ao mundo.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="chpo8-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="chpo8-0-0"><span data-offset-key="chpo8-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="1mkue-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1mkue-0-0"><span data-offset-key="1mkue-0-0">Em nenhuma momento da Bíblia você encontra Jesus dizendo aos discípulos: &#8220;Vai, sejam legais.&#8221;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="5mn47-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5mn47-0-0"><span data-offset-key="5mn47-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="fochf-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fochf-0-0"><span data-offset-key="fochf-0-0">Legais já eram. O que eles precisavam era de salvação.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="9vop8-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9vop8-0-0"><span data-offset-key="9vop8-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="bh4nn-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bh4nn-0-0"><span data-offset-key="bh4nn-0-0">Escuta, por favor: o cerne das boas novas do Evangelho não diz acerca do seu relacionamento com seu vizinho. Diz acerca do seu relacionamento com Deus.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="2ugik-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2ugik-0-0"><span data-offset-key="2ugik-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="c8aja-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="c8aja-0-0"><span data-offset-key="c8aja-0-0">Deus se apresenta nas Escrituras como Santo, Santo, Santo. Tão santo que ele não tolera aquilo que é oposto a santidade. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="dsaog-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="dsaog-0-0"><span data-offset-key="dsaog-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="7973i-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="7973i-0-0"><span data-offset-key="7973i-0-0">Ao mesmo tempo, nós &#8211; tanto os chatos como os legais &#8211; somos retratados nas Escrituras como sendo pecadores. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="60jgr-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="60jgr-0-0"><span data-offset-key="60jgr-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="art07-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="art07-0-0"><span data-offset-key="art07-0-0">Não amamos a santidade de Deus. Queremos tolerar um pecado escondido aqui ou ali. Queremos criar nossa própria versão do que é aceitável ou não.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="9k65m-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9k65m-0-0"><span data-offset-key="9k65m-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="9kd2n-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9kd2n-0-0"><span data-offset-key="9kd2n-0-0">O Evangelho faz a pergunta, &#8220;Como podem pecadores ser aceitos por seu Criador Santo?&#8221;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="e5ifb-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="e5ifb-0-0"><span data-offset-key="e5ifb-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="4jns-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="4jns-0-0"><span data-offset-key="4jns-0-0">E o Evangelho nos dá a resposta: Jesus Cristo. Ele é aquele que perdoa, vivifica, e nos torna aceitáveis perante o Pai. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="f3n2i-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="f3n2i-0-0"><span data-offset-key="f3n2i-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="aetss-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="aetss-0-0"><span data-offset-key="aetss-0-0">Ser legal, ou ser chato, não altera quem você é perante Deus. É Jesus Cristo que faz a diferença.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="e1v4l-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="e1v4l-0-0"><span data-offset-key="e1v4l-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="9p4md-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9p4md-0-0"><span data-offset-key="9p4md-0-0">Jovem cristão: você é rodeado por pessoas criadas na imagem de Deus. Cada um tem sua história, sua luta, sua crise. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="1j5qq-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1j5qq-0-0"><span data-offset-key="1j5qq-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="3m34r-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3m34r-0-0"><span data-offset-key="3m34r-0-0">Ser humano não é exclusividade dos cristãos. Mas somente Cristo pode oferecer o descanso que nossas almas almejam. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="38mic-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="38mic-0-0"><span data-offset-key="38mic-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="2c8aj" data-offset-key="6b6lm-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6b6lm-0-0"><span data-offset-key="6b6lm-0-0">Você precisa de Cristo porque ele é santo. Nele temos acesso ao Pai. E não um atalho para ser bacana.</span></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dez Palavras que Resumem o Evangelho</title>
		<link>https://palavraprudente.com.br/evangelismo/dez-palavras-que-resumem-o-evangelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gardner]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 09:59:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://palavraprudente.com.br/?p=39317</guid>

					<description><![CDATA[Deus é bom. Nós não somos. Jesus Cristo muda tudo. São dez palavras que resumem o Evangelho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deus é bom.<br />
Nós não somos.<br />
Jesus Cristo muda tudo.</p>
<p>São dez palavras que resumem o Evangelho.</p>
<p><strong>Deus é bom.</strong> Seus planos são bons, e sua Palavra também. Não existe segundas-feiras para Deus. Ele é bom o tempo todo. Explicar bondade sem falar de Deus é como tentar entender um rio sem estudar a fonte de onde jorra. A bondade começa com Deus, porque ele é bom.</p>
<p>E se Deus é bom, nós podemos nos comparar a ele. Podemos medir nossos corações com a régua da bondade divina. <strong>Podemos descobrir o quão diferente de Deus nós somos.</strong> O quão diferente de bom nós somos. O quanto erramos o alvo.</p>
<p>Se eu tivesse duas maças e uma delas fosse podre, eu daria somente a maça boa para meu filho comer.</p>
<p>Não importa se a maça ruinzinha fosse 20% podre, 40% podre ou 80% podre. Aos meus olhos, ela não é boa. Ela é ruim porque contém aquilo que é mal.</p>
<p>Todos nós já ouvimos falar de pessoas que fizeram coisas bastante ruins. Talvez você conhece alguém assim. São pessoas más e cruéis.</p>
<p>Mas o meu coração também sabe ser cruel. Sabe ser orgulhoso, vaidoso e mentiroso já nos primeiros minutos do dia. E quando nosso coração alimenta pecado, não podemos chama-lo de bom. É ruim porque contém aquilo que é mal.</p>
<p>Deus nos criou bons. Mas a gente não queria seguir sua ideia de bondade. Inventamos nosso próprio rumo. Não foi uma boa idéia.</p>
<p><strong>Mas Jesus Cristo muda tudo.</strong> Sendo Deus, Jesus mostra o amor divino para conosco. Ele vem até nós. Ele vive entre nós. E ele vê de perto a nossa maldade. Ele vê nossa dor. Ele ouve nosso choro. Mas a gente odiava sua perfeição e queríamos crucifica-lo.</p>
<p>Ele carrega nosso pecado, e carrega sua cruz. E enquanto nós queríamos acabar com o Filho de Deus, ele acabava com o peso do nosso pecado.</p>
<p>Ele foi crucificado por nós. Ele sentiu o gosto da morte &#8211; de ser abandonado pelo Pai &#8211; que eu deveria ter sentido. E na ressureição, ele venceu a morte para fazer o impossível: perdoar pessoas ruins.</p>
<p>Jesus Cristo muda tudo porque tudo teve que mudar.</p>
<p>A bondade não se define por fazer uma boa obra aqui ou ali. A bondade é uma pessoa. É Jesus Cristo. Ele foi bom ao ponto de dar sua vida para que pessoas ruins pudessem ser salvas. Salvas de si mesmos. Salvas da ira de Deus. Salvas de pensarem que Deus não pode ser tão bom assim.</p>
<p>Sem rumo, andamos no deserto do pecado, até ser surpreendidos com as ondas do amor de Deus. Carregados até ao oceano da sua bondade, descobrimos uma vida maior do que a nossa. A vida de Cristo. A vida que ele entregou por nós. O Jesus vivo, e triunfante.</p>
<p>Descobrimos que Deus é bom. Que nós não somos. <strong>E como Jesus Cristo muda tudo.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Ressureição &#124; Exposição de 1 Coríntios 15.35-58</title>
		<link>https://palavraprudente.com.br/teologia-doutrina/a-ressureicao-exposicao-de-1-corintios-15-35-58/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gardner]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2019 10:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teologia & Doutrina]]></category>
		<category><![CDATA[Ressureição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://palavraprudente.com.br/?p=39267</guid>

					<description><![CDATA[Não há nada que o poder de Cristo não pode vencer. Não há nada que o exemplo de Cristo não pode transformar. Ele vive, e estamos nele, e portanto nós viveremos. "Quem crê em mim, ainda que mora, viverá!" ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div><strong>INTRODUÇÃO &amp; CONTEXTO</strong></div>
</div>
<div>
<p>Anteriormente neste capítulo Paulo havia lidado com a heresia que afirmava que não há ressureição. (Versículo 12) E Paulo argumenta que &#8211; se não existe ressureição &#8211; logo Cristo não ressuscitou, e então não há perdão dos pecados. E esse é sempre o objetivo da heresia: nos manter nos nossos pecados.</p>
<p><strong>VERSÍCULO 35</strong></p>
<p>Agora o apóstolo lida com uma uma heresia similar. &#8221; <em>Como é que os mortos ressuscitam?</em>&#8221; É como se os hereges zombavam de Paulo: &#8220;Explica ae Paulo &#8211; você que já visitou os sepulcros e sabe como fedem os corpos mortos. Como é que se volta o relógio na decomposição de corpos? Haverá zumbis na nova Jerusalem? Que mágica é essa que Deus vai fazer para desfazer a podridão da morte? Que milagre é esse?&#8221;</p>
<p>E a primeira resposta de Paulo é os chamar de tolos. Não são perguntas feitas por novos cristãos. São provocações daqueles que não querem acreditar nas obras sobrenaturais de Jesus Cristo.</p>
<p><strong>Exemplo</strong>: Os Saduceus negavam a ressureição, e tentavam debater com próprio Jesus Cristo sobre isso. (Ver Mateus 22:23-46)</p>
<p><strong>VERSÍCULOS</strong> <strong>36-41</strong></p>
<p>Paulo então faz uso de uma ilustração próxima daquele povo. Muitos trabalhavam com trigo, milho e grãos. Seu ganha-pão dependia disso. Seu sustento vinha disso. É como se Paulo dissesse, &#8220;Você trabalha todo santo dia com o milagre da vida. Você planta a semente, e ela morre. Mas dali nasce aquilo que te dá seu sustento. E você não tem crise algum quanto a isso.&#8221; A semente morre. E Deus faz brotar a planta. Olha para os campos de trigo: eles anunciam o milagre da ressureição.</p>
<p>A planta que cresce é muito maior, e muito mais belo do que a semente pequena.</p>
<p>A morte de uma semente não é um obstáculo para o poder de Deus. &#8221; <em>Ele lhe dá um novo corpo como Ele quer.</em>&#8221; A grande variedade na criação aponta isso. (v. 39) Deus criou o homem, as aves, e os peixes &#8211; todos adequados para seu contexto e realidade. E assim, ele sabe criar corpos adequados para viver a eternidade com Ele no novo céus e nova terra.</p>
<p>A variedade na glória aponta para a ressureição. O esplendor e beleza de cada um é diferenciado. O pôr-do-sol pode te impressionar de um jeito diferente do mais lindo luar.</p>
<p><strong>VERSICULOS 42-44</strong></p>
<p>E assim, &#8220;<em>o mesmo acontece com a ressureição dos mortos.</em>&#8221; (v. 42). A ressureição dos nossos corpos implica em transformação. Haverá mudanças. Haverá corpos espirituais. Não seremos Gasparzinhos, fantasmas invisíveis que vivem em uma realidade espiritual. Mas serão corpos espirituais no sentido que que são fruto do Espírito Santo. Nossos corpos após a ressureição serão produto do Espirito Santo, e não da desgaste e doenças deste mundo.</p>
<p><strong>VERSICULOS 45-49</strong></p>
<p>A origem do corpo implica em transformação. O corpo celestial não é mais produto do primeiro Adão. É livre de sua natureza pecaminosa, e livre das consequências da corrupção. Antes, é fruto do segundo Adão, &#8220;que dá vida&#8221; (v.45). O primeiro Adão, criado do pó, volta para o pó. Mas o segundo é celestial.</p>
<p><strong>VERSICULO 50</strong></p>
<p>A necessidade de uma transformação implica em um novo corpo. A mortalidade não pode habitar na imortalidade. Aquilo que é temporário não pode habitar na eternidade.</p>
<p>Saiba: essa vida ao nosso redor não pode durar para toda sempre. Esse mundo não é o reino eterno de Deus. Aqui não é nosso lar eterno. Tudo isso acaba. Tudo isso precisa transformação. Tudo isso clama por ressureição! A glória desse mundo é pequena demais, a duração deste mundo é pequena demais, os momentos de alegria são curtos demais! Nossas vidas são um vapor. Um vento. A morte é realidade para todos nós.</p>
<p>Os hereges provocavam: &#8220;Paulo, como seria essa ressurreição se tudo acaba em pó?&#8221; E Paulo responde, &#8220;É justamente por acabar em pó que entendemos a grande necessidade da ressurreição!&#8221; Os milagres de Jesus apontavam para isso. Ele curava os enfermos, e ressurreição os mortos, e seus milagres apontavam para essa verdade: somente Jesus Cristo vence os sofrimentos desta terra. Somente ele &#8220;faz novas todas as coisas&#8221;. Somente ele passa a confiança para a irmã do Lazaro: &#8220;Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá!&#8221;</p>
<p>A decomposição do corpo humano não anula a ressureição; antes, destaca sua necessidade!</p>
<p><strong>VERSÍCULOS 51-53</strong></p>
<p>O mistério que não foi descrito no Antigo Testamento, agora é mencionado no Novo Testamento.</p>
<p>&#8221; <em>Porque é <strong>necessário</strong> que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. </em>&#8221; (v. 53) A vitória de Jesus Cristo é vista não só em acabar com aquilo que é corruptível e mortal. Mas transformar-nos em Incorruptíveis e immortals. A visão dos céus não são anjos tocando harpas, mas discípulos comendo com seu Mestre. Sentados a mesma mesa, sem a corrupção desse mundo, sem as tentações do pecado, sem o gosto amargo do remorso ou o o cheiro revoltante da culpa!</p>
<p><strong>VERSÍCULOS 54-56</strong></p>
<p>Doxologia: um louvor inspirado pela teologia. Paulo louva a Deus pela vitória sobre a morte. E, de certa forma, o Espirito Santo zomba da morte. Aonde está o seu veneno? Aonde está sua vitória?</p>
<p>A ressureição de Jesus Cristo anuncia a morte da morte.</p>
<p>Ah morte!<br />
Eu andei pela cidade celeste,<br />
aonde vivem os filhos do Rei,<br />
Pude ver um pouco de tudo,<br />
mas a morte não encontrei.</p>
<p>Não há lagrimas, e nem remorso,<br />
Não há doença, guerra ou dor.<br />
Só milhares de vozes celebrando,<br />
o triunfo do Salvador.</p>
<p>E dizem:<br />
&#8220;No sepulcro vazio há glória,<br />
Pois ali Jesus Cristo venceu!<br />
Graças a Deus que nos dá a vitória:<br />
Naquele sepulcro a morte morreu!&#8221;</p>
<p><strong>VERSÍCULO 58</strong></p>
<p>A motivação do cristão está no Salvador que vence. Nada será em vão &#8211; porque Jesus Cristo venceu. Nada foi um desperdício, porque Jesus Cristo venceu.</p>
<p><strong>APPLICAÇÕES</strong></p>
<p>Ao perdido: A corrupção desse mundo não pode satisfazer o clamor da sua alma. Esse mundo voltará ao pó &#8211; e se nossa esperança está nele,nossa esperança também vai virar pó. O teu pecado te condena. A lei de Deus é justa e pesa sobre seu coração. Seu pecado não é contra seu pessoas; antes, é contra a santa vontade de Deus, e o santo exemplo de Jesus Cristo. Há dois mil anos atrás colocaram o corpo de Cristo em um sepulcro, mas depois de 3 dias ele ressuscitou. E a ressureição aponta para aquele que todo poder e todo o amor e toda a justiça e toda a bondade &amp; compaixão. Aquele que cria, e ama, e chama, e perdoa. Vem para Cristo. Coloque sua esperança nele. Cristo não vira pó. Chame Jesus Cristo de Salvador e deposite sua fé nele. Mergulhe na graça de Jesus Cristo.</p>
<p>A morte não um escape. A morte em si não é solução.</p>
<p>Ao cristão fraco: o último e o maior inimigo foi vencido. A certeza da ressureição é maior do que qualquer outra certeza desta vida, seja a certeza da dor, ou a certeza da morte. &#8220;No mundo tereis aflições &#8211; é afirmado, é garantido -mas tende bom animo, porque eu venci o mundo!&#8221;</p>
<p>Não há nada que o poder de Cristo não pode vencer. Não há nada que o exemplo de Cristo não pode transformar. Ele vive, e estamos nele, e portanto nós viveremos. &#8220;Quem crê em mim, ainda que mora, viverá!&#8221;</p>
<p>Nas palavras de Tim Keller, a ressureição não é apenas consolação, como é também restauração. Aquelas conversas com meu pai que perdi por conta da sua morte, aquelas risadas que perdi com ele por conta da sua morte, serão restituídas no novo céu e na nova terra, dez mil vezes mais, e agora com a duração de uma eternidade. Não existe nenhuma alegria, nenhum louvor, e nenhuma glória nesta vida que deixará de ser devolvida &#8211; melhor e por muito mais tempo &#8211; na próxima.</p>
</div>
<div></div>
<p><iframe title="Daniel Gardner | Exposição de 1 Co 15.35-58" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ABjke7XGCy0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Descobrir o Propósito da Minha Vida?</title>
		<link>https://palavraprudente.com.br/vida-crista/o-proposito-da-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gardner]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2019 10:57:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida cristã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://palavraprudente.com.br/?p=39262</guid>

					<description><![CDATA[Hoje, agora, nesse exato momento, você pode viver para o propósito de Deus. Segundo as Escrituras, o grande propósito das nossas vidas é a glória de Deus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Temos o costume de pensar em &#8220;propósito&#8221; como tarefa, ou papel. Uma ação a ser feita. O propósito da vida do Pelé seria jogar bola. Nada combinaria tão bem com a sua vida como correr atrás de uma bola ao longo 90 minutos. Queremos encontrar propósitos similares: no trabalho, nos relacionamentos, na igreja, na faculdade. Talvez você sonha em achar &#8216;tarefas&#8217; que encaixe perfeitamente com seu perfil.</p>
<p>As Escrituras, porém, sugerem uma outra definição de propósito. Propósito é o final, a conclusão, o resultado final. Se, por exemplo, tenho o propósito de agradar meus dois filhos pequenos, há muitas maneiras de chegar a esse fim: comprando doces, bexigas, levando eles ao parque, assistindo Paw Patrol, etc. Não há somente uma &#8216;tarefa&#8217; que gera o resultado final do meu propósito. Inclusive, triste seria se houvesse somente um jeito de participar da alegria dos meus filhos.</p>
<p>Segundo as Escrituras, o grande propósito das nossas vidas é a glória de Deus. Fomos criados para isso. Somos chamados para isso. Em Cristo fomos capacitados para isso. Rendemos glória a Ele quando adoramos a Ele por quem Ele é.</p>
<p>Um solteiro pode glorificar a Deus.<br />
Um recém-casado pode glorificar a Deus.<br />
Um casal sem filhos pode glorificar a Deus.<br />
Um estudante de direito, engenharia, ou medicina pode glorificar a Deus.<br />
Um desempregado pode glorificar a Deus.<br />
Um paciente que luta contra câncer pode glorificar a Deus.</p>
<p>Quando alguém se preocupa em descobrir &#8220;o propósito de Deus para sua vida&#8221;, pode ser que ele espera que as Escrituras vão lhe dizer qual faculdade devia fazer, qual emprego devia aceitar, com qual menina da sua igreja deve casar, etc.</p>
<p>De fato, há muita sabedoria nas Escrituras para as escolhas que fazemos ao longo da vida. Mas o propósito principal das nossas vidas não se encaixa em somente uma &#8216;tarefa&#8217; ou um item em algum checklist. A Bíblia não vai nos dizer: &#8220;Corra atrás de uma bola durante 90 minutos&#8221;. (Veja <strong>Colossenses 3.17</strong>)</p>
<p>O propósito principal é como a história termina. Ali, na última página da vontade de Deus, depois de capítulos e capítulos que lidam com a cruz, a morte e o sepulcro, encontramos o Cristo ressurreto e muita, muita glória. (Veja <strong>João 12.28</strong> e <strong>João 17.1-5</strong>)</p>
<p>Hoje, agora, nesse exato momento, você pode viver para o propósito de Deus. Você está passando por um momento de dor ou doença? Isso não significa que você está fora dos propósitos de Deus. Está incerto sobre aonde focar a sua vida e sua atenção? Foque naquilo que espelhará a pessoa e obra de Jesus Cristo. Viva hoje com gratidão, independentemente das tarefas que estão no seu checklist.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Educação Domiciliar: A Liberdade de Ser Família</title>
		<link>https://palavraprudente.com.br/vida-crista/familia-vida-crista/educacao-domiciliar-a-liberdade-de-ser-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gardner]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 11:35:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[educação domiciliar]]></category>
		<category><![CDATA[familia]]></category>
		<category><![CDATA[homeschool]]></category>
		<category><![CDATA[homeschooling]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://palavraprudente.com.br/?p=39255</guid>

					<description><![CDATA[Defendo o direito à educação domiciliar (homeschooling) porque a criação de filhos é preciosa demais, delicada demais, impactante demais para ser confiada a qualquer instituição que não seja aquela criada por Deus: a família.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="e4jg5-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="e4jg5-0-0"><span data-offset-key="e4jg5-0-0">O núcleo familiar é sagrado. É a criação divina que gera todas as demais instituições. Em Gênesis, Deus não cria o estado, o banco, a escola ou a assembleia. Antes, ele cria a família que, agraciada com dons de criatividade e sabedoria, tem capacidade de criar instituições para atender suas necessidades e avançar seus propósitos. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="c17h1-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="c17h1-0-0"><span data-offset-key="c17h1-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="1a76c-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1a76c-0-0"><span data-offset-key="1a76c-0-0">A família, por assim dizer, é o produto original. As demais instituições são apenas cópias que se inspiram na união e propósito familiar. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="9aahg-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9aahg-0-0"><span data-offset-key="9aahg-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="eeqm0-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="eeqm0-0-0"><span data-offset-key="eeqm0-0-0">Logo ali em Gênesis, a família já recebe suas primeiras responsabilidades. Ela deve adorar, trabalhar, e desfrutar. Ela adora ao seu Criador ao obedecer sua palavra. Ela trabalha ao gerenciar a criação. E os frutos nutridos naquele Jardim são para seu deleite. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="b9kgf-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="b9kgf-0-0"><span data-offset-key="b9kgf-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="cnmbh-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="cnmbh-0-0"><span data-offset-key="cnmbh-0-0">A criação logo espelha o Criador, e o homem cria ferramentas. De modo geral, todas as criações humanas são ferramentas para facilitar, ou melhorar, sua adoração, trabalho e deleite &#8211; seja para fins ímpios ou seja em obediência ao Criador.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="17pfs-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="17pfs-0-0"><span data-offset-key="17pfs-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="bcam8-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bcam8-0-0"><span data-offset-key="bcam8-0-0">São criados hospitais, associações, teatros, bancos e museus. E então a essas instituições são delegadas certas responsabilidades da família.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="ch78o-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ch78o-0-0"><span data-offset-key="ch78o-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="35kc0-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="35kc0-0-0"><span data-offset-key="35kc0-0-0">É por isso que existem escolas. Na sua definição mais básica, escolas são ferramentas de ensino. E, no decorrer da história, elas têm tido um papel tão importante quanto impactante. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="a6deu-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="a6deu-0-0"><span data-offset-key="a6deu-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="mhs5-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="mhs5-0-0"><span data-offset-key="mhs5-0-0">Mas não se pode esquecer que a escola é uma ferramenta ao serviço do núcleo familiar. Não se pode elevar a ferramenta acima do próprio homem. A escola existe para servir a família, e não a família para alimentar a escola. Terrível coisa é quando a família se torna escrava da ferramenta, seja ela política, financeira ou educativa. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="ad2to-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ad2to-0-0"><span data-offset-key="ad2to-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="jvs1-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="jvs1-0-0"><span data-offset-key="jvs1-0-0">É neste contexto que defendo o direito das famílias praticarem a educação domiciliar, ou homeschooling. Entendo, perante a narrativa bíblica, que a família retêm o direito de escolher, modificar, ou até trocar as ferramentas que usa ao ensinar os filhos a adorar, trabalhar e deleitar.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="f3svo-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="f3svo-0-0"><span data-offset-key="f3svo-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="ig3l-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ig3l-0-0"><span data-offset-key="ig3l-0-0">Ninguém nega que cada método de ensino tem seus pontos fracos e fortes, assim como as necessidades e personalidades dos nossos filhos são únicas e especiais. Todos parecem concordar que é necessário flexibilidade para adequar o formato do ensino de acordo com as necessidades do aluno. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="9rg8o-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9rg8o-0-0"><span data-offset-key="9rg8o-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="br40e-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="br40e-0-0"><span data-offset-key="br40e-0-0">O que parece estar em pauta, digamos, no &#8216;tribunal da opinião pública&#8217;, é se cabe à família escolher o formato que mais condiz com suas convicções. Se cabe, de fato, à família a liberdade de escolher o formato do ensino. Se cabe, de fato, à família delegar ou guardar para si certos deveres. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="eif0-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="eif0-0-0"><span data-offset-key="eif0-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="1mjbu-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1mjbu-0-0"><span data-offset-key="1mjbu-0-0">Em uma sociedade como a nossa, que supõe que o Estado é a mãe bondosa que nutre todas as demais instituições, não é tarefa fácil sugerir que é a família &#8211; e não um partido politico qualquer &#8211; que prestará contas a Deus pelo ensino dos filhos.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="e88li-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="e88li-0-0"><span data-offset-key="e88li-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="7r9gj-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="7r9gj-0-0"><span data-offset-key="7r9gj-0-0">O dever é dos pais. Sempre foi, e sempre será. Verdade essa que é refletida na nossa Constituição Federal ao afirmar que &#8220;Os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores&#8230;&#8221; (Art. 229). Um jovem cresceu sem desenvolver sua capacidade de ler ou escrever? Em última analise, a maior culpa não recai sobre o professor que não conduziu sua sala de aula devidamente. E nem ainda sobre o diretor da escola, ou o responsável pelo departamento de educação daquele município. Antes, a culpa é dos pais, que não acompanharam a aprendizagem e desenvolvimento dos filhos, mas insistiram em o manter em um contexto que gerou mais trauma do que crescimento. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="8fkgu-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8fkgu-0-0"><span data-offset-key="8fkgu-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="a84t8-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="a84t8-0-0"><span data-offset-key="a84t8-0-0">Negar aos pais sua liberdade de escolher o formato educacional é negá-los a liberdade de serem pais. É restringir seu acesso à ferramentas que foram desenvolvidas para servi-los. É roubar da família aquilo que não pertence a qualquer outra instituição. É acreditar que o sistema escolar do século XXI é único meio saudável e seguro para a transferência de conhecimento. É insistir que o formato atual atende a todas as necessidades e que, portanto, nunca haverá a necessidade de evoluir, inovar ou mudar o modelo imposto.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="bndlb-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bndlb-0-0"><span data-offset-key="bndlb-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="esumh-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="esumh-0-0"><span data-offset-key="esumh-0-0">Defendo o direito das famílias optarem, ou não, pela educação domiciliar porque entendo que a família foi criada para se investir na criação dos filhos. Cabe ao Estado proteger esse direito. Cabe às escolas oferecer recursos para usufruir desse direito. Mas cabe exclusivamente aos pais o direito de criar seus filhos de acordo com suas convicções. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="6acao-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6acao-0-0"><span data-offset-key="6acao-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="hu4c" data-offset-key="33att-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="33att-0-0"><span data-offset-key="33att-0-0">Defendo o direito à educação domiciliar — não porque ela seria, supostamente, a resposta perfeita para todas as crises que a família brasileira enfrenta. Antes, defendo o direito à educação domiciliar porque a criação de filhos é preciosa demais, delicada demais, impactante demais para ser confiada a qualquer instituição que não seja aquela criada por Deus: a família.</span></div>
</div>
<div data-offset-key="33att-0-0"></div>
<div data-offset-key="33att-0-0"><span style="color: #333333;">&#8212;</span><br />
<span style="color: #333333;">Fonte: <a style="color: #333333;" href="https://www.familiadetrigo.com.br/2019/01/educacao-domiciliar-liberdade-de-ser.html">familiadetrigo.com.br</a></span></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Adoração Genuína &#038; Louvor Desafinado</title>
		<link>https://palavraprudente.com.br/outros-assuntos/adoracao-genuina-louvor-desafinado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Gardner]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 May 2019 23:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros assuntos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://palavraprudente.com.br/?p=39242</guid>

					<description><![CDATA[A adoração genuína e cristã é fruto da obra de Deus em nós. Ele é louvado com Sua obra em nós, mesmo que a harmonia não seja tão harmoniosa assim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="5pij7-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5pij7-0-0"><strong>Imagine uma igreja pequena aonde o louvor é desafinado.</strong> Mas muito, muito desafinado.</div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="4tqja-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="4tqja-0-0"><span data-offset-key="4tqja-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="9ubtu-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9ubtu-0-0"><span data-offset-key="9ubtu-0-0">No canto, um piano que já foi afinado, algumas décadas antes da segunda guerra mundial. Nos primeiros bancos, as irmãzinhas que cresceram na igreja, e nunca foram afinadas. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="4857f-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="4857f-0-0"><span data-offset-key="4857f-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="1mnva-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1mnva-0-0"><span data-offset-key="1mnva-0-0">O líder do louvor canta devagar, quase parando, cansado. Já a pianista tenta manter a música na velocidade correta, ainda que no tom errado, e o microfone, mal ajustado, amplifica sua voz com os agudos da microfonia. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="amd4j-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="amd4j-0-0"><span data-offset-key="amd4j-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="8ue71-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8ue71-0-0"><span data-offset-key="8ue71-0-0">Na estrofe, ao cantarem, desmotivados, &#8220;<em>Vou cantar, vou cantar / Nessa terra celeste porvir</em>&#8221; temos a impressão que estão chateados com o fato de que terão que cantar novamente no céus.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="3l3bc-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3l3bc-0-0"><span data-offset-key="3l3bc-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="cjt39-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="cjt39-0-0"><span data-offset-key="cjt39-0-0">Como se não bastasse, dois bebês estão chorando em volume máximo. E com razão. A gente também choraria.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="e2rpe-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="e2rpe-0-0"><span data-offset-key="e2rpe-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="ejaub-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ejaub-0-0"><span data-offset-key="ejaub-0-0">São o povo de Deus, na presença de Deus, reunidos para adorar a Deus. Estão louvando, e louvando de um jeito bem ruim.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="btn7m-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="btn7m-0-0"><span data-offset-key="btn7m-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="df4r4-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="df4r4-0-0"><span data-offset-key="df4r4-0-0">&#8212;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="11pjs-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="11pjs-0-0"><span data-offset-key="11pjs-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="2nive-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2nive-0-0"><span data-offset-key="2nive-0-0"><strong>Agora, a pergunta:</strong> o que torna esse louvor aceitável perante o Rei dos Reis? Porque chamamos esse som (não tão agradável) de adoração cristã? </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="8fgjb-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8fgjb-0-0"><span data-offset-key="8fgjb-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="8t9qd-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8t9qd-0-0"><span data-offset-key="8t9qd-0-0">Pense nisso. O que faz com que sons imperfeitos gloriquem Aquele que é perfeito? Como explicar isso? De forma geral, como é que vasos de barro glorifiquem o Deus Trino?</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="c2ng5-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="c2ng5-0-0"><span data-offset-key="c2ng5-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="b3duo-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="b3duo-0-0"><span data-offset-key="b3duo-0-0">A resposta curta, claro, é que a adoração é fruto da obra do Espírito Santo. Ele ilumina, Ele ensina, Ele nos leva a confessar (desafinados ou não) que nossa esperança está em Jesus Cristo. </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="4or5c-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="4or5c-0-0"><span data-offset-key="4or5c-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="fib4u-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fib4u-0-0"><span data-offset-key="fib4u-0-0">Podemos lembrar daquela ocasião em que Paulo e Silas, mesmo acoitados, feridos, e presos injustamente, no meio da noite &#8220;<em>cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam</em>&#8220;. (Atos 16.25) Vale lembrar que homens acoitados não cantem bem. Não era um dueto. Suas vozes estavam doloridas, mas o louvor era o transbordar de corações convictos que Deus merecia todo o louvor &#8211; até mesmoem uma prisão escura que fedia de morte.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="2bmg2-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2bmg2-0-0"><span data-offset-key="2bmg2-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="6dhac-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6dhac-0-0"><span data-offset-key="6dhac-0-0">&#8212;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="ceobg-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ceobg-0-0"><span data-offset-key="ceobg-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="a514f" data-offset-key="6tvh4-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6tvh4-0-0"><span data-offset-key="6tvh4-0-0"><strong>O desafio</strong>: neste domingo, participe do louvor da sua igreja com a convicção que &#8211; em última analise &#8211; não são os instrumentos, as músicas, a harmonia, ou o estilo que torna seu louvor aceitável perante o Deus supremo. Nem o seu coração é capaz de causar esse milagre. É obra do Deus Trino. Tenha consciência disso.</span></div>
</div>
<div data-offset-key="6tvh4-0-0">
<p>Não estou defendendo a idéia de que qualquer baderna, sendo intitulada de &#8220;Gospel&#8221;, deve ser tida como adoração cristã. Antes, o ponto que quero frisar é que a adoração genuína e cristã é fruto da obra de Deus em nós. Ele é louvado com Sua obra em nós, mesmo que a harmonia não seja tão harmoniosa assim.</p>
</div>
<div data-offset-key="6tvh4-0-0"></div>
<div data-offset-key="6tvh4-0-0"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Falando a Verdade em Amor</title>
		<link>https://palavraprudente.com.br/teologia-doutrina/falando-a-verdade-em-amor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tom Ascol]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2019 10:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teologia & Doutrina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://palavraprudente.com.br/?p=39221</guid>

					<description><![CDATA[A verdade sem o amor é brutal, e o amor sem a verdade é hipocrisia. Jesus Cristo nos convoca a falar a verdade em amor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“A verdade sem o amor é brutal, e o amor sem a verdade é hipocrisia.”</p></blockquote>
<p>Estas palavras de Warren Wiersbe são profundas e perpetuamente relevantes.</p>
<p>Pense sobre isso por um momento.</p>
<p>Se eu me dirigir a você com base apenas na verdade, então nossa relação se tornará cada vez mais difícil—até mesmo brutal. Toda a informação que você receberá de mim será confiável pois será uma informação <em>precisa</em>, mas talvez não seja <em>proveitosa</em> porque ela será entregue sem nenhuma preocupação de como isso pode te afetar.</p>
<p>Imagine que sua melhor amiga se dirigisse a você com base apenas na verdade. Ela seria muito eficiente ao avaliar quais as suas forças e fraquezas, mas suas avaliações, provavelmente não irão te ajudar. Por quê? Porque ela não se importará na maneira como essas palavras sinceras te afetarão. Ela estará satisfeita em simplesmente lançá-las como granadas e, se elas te machucarem, bem, isso é problema seu!</p>
<p><strong>A verdade sem o amor é brutal</strong>. E muitas vezes até inútil, pois é difícil recebê-la dessa maneira.</p>
<p>Mas o amor sem a verdade também não presta. Imagine se seu melhor amigo decidisse que deveria se dirigir a você com base apenas no amor. Ele provavelmente faria você se sentir bem consigo mesmo pois estaria sempre concordando contigo e te encorajando. Ele negligenciaria suas falhas e defeitos porque não gostaria de ferir os seus sentimentos. Deixaria de dizer muitas verdades por não querer fazer você se sentir magoado. Você provavelmente gostaria de estar na companhia desse amigo, mas ele não te ajudará muito a crescer e se desenvolver. Por quê? Porque a verdade é tão insignificante para ele que deixaria você pensar e agir erroneamente. Ele sabe que a verdade pode te ferir, então ele não diria nem faria nada que muitas vezes <em>deveria</em> ser dito e feito para o seu próprio bem. Ele seria motivado pelo amor, mas às custas da verdade.</p>
<p><strong>O amor sem a verdade é hipocrisia</strong>. E ele muitas vezes pode não ser útil, pois não te dirá o que algumas vezes você precisa ouvir.</p>
<p>Muitos de nós tendemos a um ou outro desses tipos de extremos. Algumas pessoas são muito amáveis. Suas palavras são muito positivas, afirmativas e encorajadoras, mas muitas vezes não tão intimas e verdadeiras como deveriam ser.</p>
<p>Outras pessoas não parecem ter problemas para falar a verdade, mas elas fazem isso de maneira indelicada. É como se elas não se importassem em como você recebe a verdade;  só se preocupam em dizê-la. Eles entendem que jogar &#8216;granadas da verdade&#8217; na cara dos outros é edificante, mesmo se isso resultar em muita destruição.</p>
<p>Os filhos de Deus não podem se satisfazer em ser meramente amáveis ou verdadeiros. Devemos buscar crescer mais e mais como Jesus Cristo para sermos mais amorosos e sinceros.</p>
<p>Várias vezes, a Escritura nos convoca a manter essas duas virtudes intimamente conectadas no nosso dia-a-dia. Em Efésios 4, Paulo nos mostra a importância disso para a nossa maturidade espiritual. E ainda descreve o oposto como ser crianças que são “<em>jogadas para lá e para cá pelas ondas e carregadas por todo vento de doutrina, por astúcia humana, por espertezas e esquemas enganosos</em>.” (14). Imediatamente depois de caracterizar a imaturidade espiritual dessa forma, ele escreve, “<em>Antes, falando a verdade em amor, cresçamos de todas as formas Nele que é a cabeça, Cristo</em>” (15).</p>
<p>Perceba: “<em>Falando a verdade em amor</em>” é contrastado com a imaturidade espiritual. Em outras palavras, ser amável sem ser verdadeiro e ser verdadeiro sem ser amável são evidências da infantilidade espiritual.</p>
<p>Cristãos devem crescer em semelhança a Cristo. Este é o bom caminho no qual Deus trabalha todas as coisas em nossas vidas (Romanos 8:28-29). Seria útil para nós considerarmos, então, como é Jesus Cristo, especialmente no modo como Ele mostra as virtudes da verdade e do amor.</p>
<p>Em resumo, o que o Novo Testamento nos ensina a respeito disso é: Jesus é ao mesmo tempo, a personificação da verdade e do amor. Ele afirmou abertamente— “<em>Eu sou o caminho, a verdade e a vida</em>” (João 15:13). Deus é amor. Sendo o homem-Deus, Jesus era o próprio amor.</p>
<p>Podemos testemunhar a forma que ele interage com as pessoas com amor e verdade. Seu encontro com a mulher Samaritana no poço exemplifica isso. O mero fato de que Ele falou com ela, apesar dos limites culturais e sociais, demonstrou um amor incomum. No entanto, Ele também lidou de forma sincera com as relações adúlteras dela. Ele não deixou com que ela fingisse ser uma mulher solteira. Pelo contrário, com amor e sinceridade, Ele ajudou a mulher adúltera a reconhecer sua necessidade por uma vida nova e pelo perdão que só podem ser achados Nele (João 4:1-30).</p>
<p>O segredo para crescer em verdade e amor é crescer em Cristo. É conhecê-lo mais de perto. Confiar Nele mais facilmente. E amá-lo mais profundamente. Assim como o Espírito nos ensina em Sua Palavra, é necessário crescer em sua graça e conhecimento ao ter nossas mentes renovadas diariamente (2 Pedro 3:18; Romanos 12:2; 1 João 2:27).</p>
<p>Uma boa maneira de mensurar seu crescimento em Cristo é analisar como a verdade e a graça são colocadas em prática na sua vida. Pergunte a um amigo, insistindo que você deseja ouvir uma resposta honesta e sincera.</p>
<p>Esta é a realidade dupla que precisamos ter em mente enquanto nos esforçamos para crescer na verdade e no amor:</p>
<p>1) <strong>Você não pode honrar a verdade sem antes ser amável.</strong> Em 1Coríntios 13:2 Paulo escreve, “<em>Se eu&#8230; entender todos os mistérios e todo o conhecimento [isto é, a verdade]&#8230; mas não ter amor, eu não sou nada.</em>” Está é a verdade mais devastadora. Se você está satisfeito em estar cheio de razão mas lhe falta amor, presta atenção: a Palavra de Deus (da qual você imagina estar tão cheio e pensa que honra) afirma que <em>você não é nada</em>.</p>
<p>2) Da mesma maneira, <strong>é absolutamente impossível amar sem honrar a verdade</strong>. Por quê? Porque o amor genuíno “<em>se alegra na verdade</em>” (1Coríntios 13:6) e busca o bem-estar daquele que é amado. As pessoas só podem ser ajudadas se conhecerem a verdade. Se você supõe que está sendo amável enquanto minimiza a verdade, você está pecando contra o amor.</p>
<p>Como flores de Cristo, nós nunca devemos estar satisfeitos em sermos meramente amáveis ou sinceros. Pelo contrário, nós devemos manter sempre em mente as advertências de João: “<em>Filhinhos, não nos amemos nem de palavra nem de boca, mas em ato e em verdade</em>” (1João 3:18).</p>
<p>&#8212;<br />
<span style="color: #808080;">Tradução graciosamente feita por Jonas de Souza Santos ( jonasg12souza@gmail.com ). <span style="color: #3ba6f7;">Seja um <a style="color: #3ba6f7;" href="https://palavraprudente.com.br/traducao/">tradutor voluntário</a>.</span></span><br />
<span style="color: #808080;">Fonte: </span><a href="https://founders.org/2018/09/13/truth-and-love/"><span style="color: #808080;">founders.org</span></a></p>
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		<title>Como Posso Acreditar em um Deus que Manda Pessoas ao Inferno?</title>
		<link>https://palavraprudente.com.br/inferno/como-posso-acreditar-em-um-deus-que-manda-pessoas-ao-inferno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michael Horton]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2019 09:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inferno]]></category>
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					<description><![CDATA[O Deus que diz que como serão castigados aqueles que não confiam em Jesus, é o mesmo Deus que amou o mundo de tal maneira que entregou o seu filho unigênito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia, um cético me perguntou: “Como você pode acreditar em um Deus que comandaria a matança de pessoas inocentes no Antigo Testamento?” Ele estava se referindo à Conquista de Canaã. Lendo o livro de Josué pode ser um pouco difícil no início, especialmente a maneira como Deus chama seu povo para limpar a terra. Mas devemos ter em mente que as pessoas que foram limpas daquela terra não eram pessoas inocentes.</p>
<p>De fato, se a inocência fosse o critério, o julgamento de Deus teria sido muito mais amplo. Você provavelmente não teria muitos de seus parentes, e nem eu, se o julgamento justo de Deus tivesse sido completo. Neste episódio do drama, Deus estava declarando guerra às nações idólatras e violentas que ocupavam a terra que jurou dar a Abraão e seus descendentes. Mas se tivermos problemas com o Deus do julgamento no Antigo Testamento, teremos ainda mais reservas sobre Jesus.</p>
<p>Eles são um e o mesmo Deus. Quando Jesus voltar para ressuscitar os mortos e toda a terra aparecer diante de seu trono, ele separará as ovelhas dos bodes. As ovelhas serão bem-vindas à vida eterna, diz Jesus, enquanto as cabras serão enviadas para o castigo eterno. É de Jesus que ouvimos as descrições mais vívidas do inferno.</p>
<p>No livro do Apocalipse, Jesus anuncia: “<em>Não tenha medo. Eu sou o primeiro e o último. Eu sou o único vivo. Eu estava morto e agora olhe, estou vivo para todo o sempre. E eu tenho as chaves da morte e do inferno</em>”. De fato, ao longo do livro, Jesus é descrito como o cordeiro em seu trono. Ele é o cavaleiro no cavalo branco, que vem em vingança para destruir seus inimigos. Ele é o juiz, que lançará Satanás e todos os ímpios no lago de fogo para todo o sempre. Se tivermos problemas com essas visualizações de atrações futuras, certamente teremos problemas ainda maiores com Jesus.</p>
<p>Na nossa cultura, há tão pouco entendimento sobre a santidade e justiça de Deus que julgamos o que Deus fez nessas guerras santas, e afirmamos: “<em>Bem, se esse é o tipo de Deus em que você acredita, eu não quero ter nada a ver com ele. Mas eu gosto deste Jesus.</em>”</p>
<p>Quando se trata de punição de Deus, o máximo que as pessoas aceitarão é que a punição seja um tipo &#8220;sentenciamento que cura&#8221;. Ou uma “reforma moral”, como dizia o pai da igreja chamado Origin, ao imaginar que Deus não tem nenhuma ira, portanto, o único tipo de sofrimento que as pessoas poderiam sofrer é educacional &#8211; é moral. E desta forma você acaba chegando a doutrina equivocada do purgatório. &#8220;Não é realmente a ira, é apenas, sei lá, um dia muito ruim, seguido por outro dia ruim, dia após dia, por sabe-se lá quanto tempo, até que você se livre desse carma ruim.&#8221;</p>
<p>Penso na linha de Calvino em seu antídoto ao Concílio de Trento, onde ele falava sobre a distinção da teologia católica romana entre &#8220;pecado mortal&#8221; e &#8220;pecado venial&#8221;. Calvino diz: “<em>Você nunca entenderá a justificação na cruz até que você consiga isto firmemente em sua mente: Todo pecado é mortal</em>.” Perceba: se queremos alcançar o padrão da lei de Deus <em>sem precisar que alguém morra no nosso lugar, </em>a única alternativa é diminuir o padrão da lei.</p>
<p>Nossa configuração padrão é esta: preferimos diminuir as expectativas de Deus ou nem mesmo falar sobre Deus. Nós dizemos: “Eu me julgo. Não vou deixar que Deus me julgue.” Preferimos julgar a nós mesmos, diminuindo a meta a ser alcançada e então sermos justificados por nossas próprias obras ao invés de ouvirmos Deus dizer que as notícias são muito piores do que imaginamos.</p>
<p>O famoso João 3:16 diz: “<em>Quem acredita no filho não é condenado, mas quem não crê já está condenado porque não creu no nome do único Filho de Deus. Quem crê no Filho tem a vida eterna; quem não obedecer ao Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele</em>”. Portanto, não é apenas que haverá um Juízo Final e não temos certeza se o nosso bem superará nosso mal.</p>
<p>Eu posso te dizer agora que se você não confia em Cristo, você já está condenado. Posso afirmar agora mesmo, com base na palavra de Deus, que se você está sem Cristo, o veredicto em relação a você é uma sentença de condenação eterna.</p>
<p>Se Deus diz: “<em>Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, mandou seu filho não para condenar o mundo, mas para salvar o mundo</em>”, não temos ninguém para culpar além de nós mesmos se nos negarmos este bom e gracioso Pai e em seu filho, Jesus Cristo.</p>
<p>Não há razão por descrença. Se você está lendo isso agora e não tem certeza do que pensa de Jesus. Se você é indeciso quanto a Cristo, e você não tem certeza se você pode acreditar em um Deus que faria esse tipo de coisa, o ponto é o seguinte: <strong>o Deus que diz como serão castigados aqueles que não confiarem em Jesus, é o mesmo Deus que amou o mundo de tal maneira que entregou o seu filho unigênito.</strong> Se não voltar para ele em fé agora, não há mais ninguém para culpar além de si mesmo.</p>
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Tradução graciosamente feita por Kasey Carvalho. Seja um <a href="https://palavraprudente.com.br/traducao/">tradutor voluntário</a>.<br />
<span style="color: #333333;">Fonte: </span><a href="https://corechristianity.com/resource-library/articles/how-i-can-believe-in-a-god-who-sends-people-to-hell"><span style="color: #333333;">corechristianity.com</span></a></p>
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