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8 razões porque é impossível perder a salvação

Cristo teve propósitos eternos quando morreu na cruz (Hb. 12.1-3). E Seus propósitos eternos não serão frustrados (Isaías 14.27):

1. Cristo padeceu na cruz uma vez pelos pecados. O propósito desta morte era para levar-nos a Deus – I Pe. 3.18, “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito”.

2. Cristo desejava que os quais por quem Ele morreu vivessem para Ele – II Co. 5.15, “E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou”.

3. Cristo amou a igreja e deu o Seu próprio sangue por ela nessa cruz. O propósito dEle era para resgatar ela com o Seu próprio sangue – Ef. 5.25-26; At. 20.28, “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue”.

4. Cristo se deu a si mesmo na cruz para remir de toda iniquidade todos os que se arrependem dos seus pecados e creem pela fé em Cristo – Tt. 2.14, “O qual se deu a Si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para Si um povo Seu especial, zeloso de boas obras”.

5. Cristo é tido como o príncipe da salvação (Hb. 2.10). Pela graça de Deus a Jesus foi dado um corpo, para que Ele provasse a morte por todos e trouxesse muitos filhos à glória, os quais ele chama irmãos – Hb. 2.9-11, “Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. Porque convinha que Aquele, para Quem são todas as coisas, e mediante Quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o Príncipe da salvação deles. Porque, assim O que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos”.

6. Pela única oferta de Cristo na cruz, Ele aperfeiçoou para sempre os que são santificados – Hb. 10.14, “Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados”.

7. Deus deu o Seu Filho livremente na cruz para todos nós. Isto prova que Ele vai nos dar todas as coisas prometidas e compradas pelo Seu sangue – Rm. 8.32, “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes O entregou por todos nós, como nos não dará também com Ele todas as coisas?

8. Deus nos amou e nos lavou dos nossos pecados no sangue derramado na cruz por Seu Filho Jesus. Este também nos fez reis e sacerdotes para Deus e Seu Pai – Ap. 1.5-6, “E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Aquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém”.

Se um único Cristão verdadeiro caísse no pecado e perdesse essa grande salvação feita na cruz por Jesus, a obra de Cristo no madeiro seria falha. Cristo seria responsável, pois o pecador não tem mais nenhuma condenação! Seria justo para Cristo ficar fora do céu. O salvo, por quem Ele fez todas essas obras mencionadas e inúmeras outras, ficaria livre. O salvo gozaria das bênçãos obtidas da salvação. O Salvador ficaria fora por falhar em eliminar o castigo daquele pecado que estava impedindo aquele cristão desobediente de ir ao céu. Espero que você esteja entendendo como essa doutrina é ridícula e como ela é contra o Messias, portanto, anticristã.

A doutrina da perda da salvação é anticristã. Ela desfaz o que Deus, o Pai, planejou na eternidade passada, aquilo que o Filho submeteu-se a fazer, e fez para o agrado do Pai na cruz, e aquilo que o Espírito Santo realizou e realiza para efetuar tal plano.

Published inSoteriologia

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