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Pergunta 82 – Todos os crentes devem tomar parte da Ceia do Senhor?

82. Pergunta. Todos os crentes devem tomar parte da Ceia do Senhor?

Resposta. Não. O crente comunga com Cristo. Não é uma ceia cristã geral que expressa comunhão em geral (1), mas a Ceia do Senhor deve ser observada em memória dEle e para mostrar Sua morte até que venha (2). (Suplementado por T. T. Eaton).

Leitura: Hb. 9.11-15;, 25-28

82.1. Não. O crente comunga com Cristo. Não é uma ceia cristã geral que expressa comunhão em geral (1), mas a Ceia do Senhor deve ser observada em memória dEle e para mostrar Sua morte até que venha (2).

Lucas 22.19, “E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.”

82.2. Não. O crente comunga com Cristo. Não é uma ceia cristã geral que expressa comunhão em geral (1), mas a Ceia do Senhor deve ser observada em memória dEle e para mostrar Sua morte até que venha (2).

I Coríntios 11.24-26, “E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morto do Senhor, ate que venha.”

A Ceia do Senhor é Um Memorial de Cristo – Um memorial é simbólico. Um símbolo não tem poder de efetuar. Só serve de representar, evocar ou designar uma realidade. “fazer isto em memória de Mim.” (Lc 22.19; I Co 11.24,25); I Co 11.24,25, “é meu corpo” “é meu sangue” (Mt 26.26,28); Jo 6.63, “…as palavras que Eu vos disse são espírito e vida.” É memorial de Cristo – Lc 22.19, “fazei isto em memória de mim” ; I Co 11.24, “fazei isto em memória de mim.” ; 25, “todas as vezes que beberdes, em memória de mim.” ; Mt 26.26, “é meu corpo” (Mc 14.22; Lc 22.19); 28, “é meu sangue” (Mc 14.22; Lc 22.20 “o novo testamento no meu sangue” ).

Não é para entrar em Cristo mas para ser observado pelos que já conhecem e obedecem a Cristo. Como os discípulos já entraram em Cristo antes que observaram a primeira ceia. Sendo que a ceia é um memorial – é simbólica. Sendo que a ceia é um memorial de Cristo – é simbólica de Cristo: “fazei isto em memória de Mim.”

A Obra Sacrificatória de Cristo na Cruz – Pastor Calvin Gardner – II Co 5.21, “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” .

A obra de Cristo “por nós” foi sacrificatória (“I Co 5.7,” “…Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós”). Cristo foi a expiação do próprio pecado (Is 53.10) e, isso, voluntariamente (Jo 10.18; Hb 7.27). Cristo fez essa obra sacrificatória como o Pai propôs (Rm 3.25) pela obra do Espírito Santo (Hb 9.14; Is 61.1). Essa obra sacrificatória de Cristo foi uma obra redentora, uma compra de um rebanho em particular com Seu próprio sangue (At 20.28; I Co 6.19,20).

Também foi uma obra sacrificatória como sacerdotal. Como os sacerdotes no Velho Testamento ministravam diante de Deus para homens em particular, Cristo ministrou diante de Deus para todo os Seus (Hb 9.11-15, 25-28; 10.12-18). Não há dúvida nenhuma que a obra de Cristo como salvador “por nós” foi sacrificatória.

Na Ceia do Senhor não foi o corpo de Cristo que foi esmagado, moído, e queimado para fazer o pão, mas o grão de trigo. Na Ceia do Senhor, o grão foi sacrificado no lugar do corpo real de Cristo. O grão sacrificou a sua vida para ser feito em farinha da qual é feito esse pão. Não foram nossos corpos despidos, castigados, julgados, crucificados, desamparados ou feitos maldição na cruz, mas, sacrificado em nosso lugar, foi sim o corpo de Cristo. Para nossa salvação ser consumada, Cristo foi sacrificado por nós.

Não foi o sangue de Cristo do Seu coração quebrado derramando pelos feridas dos cravos em suas mãos, em seus pés ou pela fenda no Seu lado que enche o cálice, mas o fruto da vide. Na Ceia do Senhor, o fruto da vide foi sacrificado no lugar do sangue verdadeiro de Cristo. Não foi a vida da nossa carne derramada na cruz, mas, em sacrifício, foi derramada a vida do sangue verdadeiro de Cristo. Para nossa salvação ser consumada, Cristo foi sacrificado por nós.

Versículo para Memorizar: Is 53.5, “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

Compilado pelo Pastor Calvin Gardner
Correção gramatical: Edson Elias Basílio, 04/2008 e
Robson Alves de Lima 11/2011 Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

Published inBíbliaCatecismo de C. H. Spurgeon

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