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Pergunta 53 – O que se exige no quinto mandamento?

53. Pergunta. O que se exige no quinto mandamento?

Resposta. O quinto mandamento exige preservar a honra e realizar as obrigações devidas aos pais e a cada um em vários lugares e relacionamentos a superiores (1), inferiores (2) ou iguais (3).

Mesmo que o pai seja mencionado primeiro, a mãe é mencionada e deve ter a devida honra e respeito. Note que em Lv 19.3 a mãe é primeira na lista. Talvez isso por ter igualdade com o pai com merecedora de respeito – Hertz, 299.

Considere também que a sinédoque foi utilizado para escrever os Dez Mandamentos. Isto é um artifício literário em que uma parte representa o todo. Ao entendermos isto nós aprendemos que o quinto mandamento cobre o nosso dever de honrarmos toda a autoridade legitimamente constituída. Outras formas da autoridade divinamente outorgadas são:

1. Os filhos devem honrar os seus superiores:

Posições no lar – Ef 5.22. “Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor”; I Co 11.1-3; Pv 24.21. Se as autoridades no lar merecem respeito tanto mais o Pai merece nossa submissão! Hb 12.9; Ml 1.6.

O Governo Civil – Romanos 13.1-3. Nós falamos a respeito de nossos líderes como Pais da cidade, estado e país. O desrespeito à autoridade é uma marca da perversidade (II Pedro 2.10-11).

Patrões – Tito 2.9-10; I Pe 2.14,18; Ef 6.5;

Pastores Consagrados – Hebreus 13.7, 17

Os idosos devem ser tratados com o devido respeito (Levítico 19.32).

Cl 3.20, “Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor”.

Deus tem estabelecido os pais como uma das Suas autoridades controladoras na terra. Aos pais Deus delegou tanto o direito a controlar os filhos, como também ser a autoridade necessária para que os pais e os filhos tenham as bênçãos de Deus. Tudo isso se os pais treinarem os filhos a serem controlados pelos pais.

Aqueles a quem Deus coloca na posição de ser os pais, respondem diretamente a Deus. Os pais, ou os responsáveis pelos filhos, respondam a Deus se controlaram ou não os filhos.

A autoridade que Deus dá aos pais é o tipo que faz que eles tenham o direito a colocarem as suas vontades sobre a vontade de seus filhos e mandá-los a seguirem a sua liderança. Os pais também têm o direito de Deus de administrar justiça tanto para punir a desobediência quanto abençoar o comportamento correto.

Os filhos devem obedecer tanto pai quanto mãe. A palavra obedecer, como usada em Cl. 3.20, é um mandamento e significa “ouvir e obedecer, conformar-se à autoridade.” (#5219, Strong’s). Em outras palavras, essa passagem instrui que os filhos devem fazer o que os pais os dizem. Isso significa que a palavra dos pais é lei. Quando o filho é desobediente à palavra dos pais, ele quebra tanto a lei de Deus quanto a lei dos pais. Esse mandamento não é complexo. Dita que os filhos devem fazer o que os pais instruem.

Mesmo que este mandamento é endereçado aos filhos, os pais, por ter a autoridade, respondem a Deus pelo seu cumprimento pelos filhos enquanto os filhos estejam na sua responsabilidade (I Sm 3.11-14). Deus sempre responsabiliza aqueles em autoridade pelas ações daqueles que estão sob a sua autoridade. Os pais são responsáveis a Deus pela a obediência dos seus filhos. Um paralelo a este princípio é que Deus manda o homem não matar, mas Ele tem dado ao governo a responsabilidade e autoridade a administrar a pena da morte. O governo é responsável pelos seus cidadãos nesse caso. Na mesma maneira, Deus tem dado aos pais o poder de forçar a obediência dos filhos em tudo – vestimenta, alimentação, escolaridade, amizades, uso do tempo, adoração, comportamento, etc.

A autoridade dos pais abrange muito mais do que qualquer outra instituição que Deus tem estabelecido. Os pais têm o direito de forçar obediência dos seus filhos em tudo. Os sujeitos de outras instituições devem submeter as suas autoridades. Mas o filho é mandado a obedecer a seus pais. A diferença entre submeter e obedecer é que a submissão envolve a atitude de aceitação voluntária de autoridade, mas a obediência é para ser exercitada para com a autoridade se querendo ou não.

São os pais que têm o direito de controlar seus filhos. Nenhuma outra instituição ou pessoa tem tantos direitos sobre os filhos quanto têm os pais. A sociedade, a escola, os vizinhos, ou qualquer outra instituição não têm tanta autoridade sobre os filhos quanto têm os pais. A autoridade que os pais têm sobre os seus filhos é responsável ao governo só nos casos de incesto, mal-trato, e homicídio. Os pais são responsáveis diretamente a Deus se não cumprem a responsabilidade das suas autoridades constituída por Deus. A Palavra de Deus não sanciona “direitos para as crianças”. Os filhos têm somente o direito de Deus a serem criados pelos seus pais sem a intervenção de qualquer outra instituição.

Deus honra o valor de autoridade dos pais tanto que na Lei de Moisés Ele instituiu Seus princípios nas leis para o governo proteger a autoridade dos pais para com os seus filhos. Em vez do governo se intrometer e substituir a responsabilidade dos pais pelos filhos, biblicamente o governo deve sustentar a posição dos pais. Os filhos não devem ser permitidos a rebelar contra os pais – Mt. 15.4; Ex. 21.15, 17; Dt. 27.16; Pv. 30.17. Três princípios são revelados nesses versículos:

1. Tanto o pai quanto a mãe são considerados iguais como pais.

2. Deus não tolerará o desrespeito aberto dos filhos para com a sua responsabilidade para com os pais. A pena da morte devia ser administrada a qualquer que tem o hábito de desrespeitar, bater ou amaldiçoar seus pais. É claro que os pais não têm o direito de aplicar a pena da morte, pois a instituição do governo tem esta autoridade somente. Porém os pais pela Lei foram obrigados a testificar publicamente contra tal filho – Dt. 21.18-21. Como se pode ver, Deus é serio quando manda que os filhos devam ser obedientes aos pais. Estes versículos foram dados a Israel como nação, mas o princípio, ensinado às igrejas no Novo Testamento, é para nós hoje. Deus não tolera filhos desrespeitosos ou desobedientes.

3. Se um filho desobediente escapa da pena da morte pela falha dos pais ou do governo, Deus julgará tanto o filho quanto o pai e a nação por tal desobediência – I Sm. 3.13; 4.10-18; Pv. 30.11-17.

A promessa de benção para os filhos – Ef. 6.2,3; Ex. 20.12. A promessa de longa vida significava muitas bênçãos naqueles dias que Deus deu estas palavras ao homem. “Dias prolongados” significava nenhuma morte pela guerra, doença, fome, ou por animal selvagem. Dias prolongados era uma promessa de uma morte natural. Também foi uma promessa de prosperidade física, pois longos dias dariam mais tempo para acumular riquezas em gado, terra, e filhos. O filho que honra o seu pai e a sua mãe seria protegido na sua vida adulta pela promessa de Deus. Podemos entender que os pais que amarem seus filhos verdadeiramente desejarão o melhor para eles e exigirão obediência dos filhos. Estes pais farão tudo para que os seus filhos lhes honrem, para que tenham as bênçãos prometidas por Deus.

Deus julgará cada filho numa maneira que é consistente com Seu caráter. É verdade que existem indivíduos maus que acabam sendo pais com autoridade sobre os seus filhos na mesma medida que existem lideres maus no governo. Tais pais que usam mal a sua autoridade responderão ao julgamento direto de Deus. Quando observamos um filho receber mau tratos dos seus pais, devemos lembrar que Deus ainda está em controle e foi Ele que colocou tal filho em tal lar para Seus próprios desígnios.

Deus controla cada vida e o Seu plano eterno inclui a falta de justiça neste mundo. Pode ser que o filho que é maltratado pelos seus pais necessitem tais pressões para aprender a submeter a sua vontade a Deus. Talvez Deus esteja preparando tal filho para O glorificar melhor pelo sofrimento como Ele fez no caso de Jó. Nós vemos um filho inocente enquanto Deus vê uma alma pelo qual Ele interessa. Deus não erra, portanto devemos deixar Ele a cuidar dos pais rebeldes.

Como uma autoridade humana, você, como pai e como mãe vão errar mesmo que deseje fazer tudo correto. Uma autoridade não tem que ser perfeita para poder exercer a sua posição. Obediência e respeito pela autoridade podem ser aprendidos daquilo que aparenta ser injusto ou incompetente. Pais, vocês são a autoridade maior sobre seus filhos. Não permitam a sua fraqueza como homem impedir-lhes de cumprir as suas responsabilidades. Deus sabia que vocês eram imperfeitos quando Ele lhes deu o filho.

Os filhos precisam o exemplo de autoridade sobre eles. Se os pais não dão à liderança necessária, os filhos a acharão em outro lugar ou em outra pessoa. Os filhos precisam desesperadamente um líder a qual possam seguir e a quem possam dar sua admiração. Deus criou os filhos na maneira que eles necessitam e respondam à autoridade dos pais. Portanto acharão um substituto se os pais não preenchem a sua posição (astros do esporte, estrelas do cinema, líder de um clube, etc.).

Contrário ao ensino da psicologia, seu filho necessita um pai que é líder não um colega. Os pais têm o lugar de autoridade e, portanto não podem ser o amigão, mas o líder a qual o filho deve respeitar e ser obediente. Se os pais mostram bem a sua autoridade enquanto o filho está em fase de desenvolvimento (faixa etária de 0-13 anos de idade), depois terá uma vida de amizade entre eles e o filho adulto.

Os pais são os símbolos representativos da autoridade de Deus. A maneira que os pais exercitam sua autoridade determina em muito a maneira que os filhos pensam sobre Deus. Como pai você tem a oportunidade de moldar as opiniões dos filhos sobre Deus, o governo, e até como comportar-se quando casado. O filho que é exigido a obedecer a seus pais respeitará a sua autoridade e serão preparados a submeterem-se às outras autoridades que existem, incluindo a própria Palavra de Deus – Pv 23.13, 14. (Fugate, pgs. 29-43).

Como Os Pais Devem Agir para Serem Honrados

Thomas Watson

Se for correto para os filhos honrarem os pais é lógico que os pais podem contribuir para que tal honra seja merecida. A honra será um fruto bom onde o esforço material e espiritual é semeado. Essas maneiras podem os pais agirem para assegurar um ambiente propício para a honra crescer.

Cuidadosamente Criar os Filhos no Temor e Admoestação do Senhor – Ef 6.4. Como a mãe de Timóteo, não somente forneceu o leite materno, mas também o leite racional (II Tm 3.15). Princípios morais e eternos devem ser inculcados nos filhos com consistência e perseverança para que, como Obadias, ‘temem ao Senhor desde a sua mocidade’ (I Rs 18.12). Não é suficiente dedicarem os filhos ao Senhor num culto especial quando nascidos. Devem ser educados cuidadosamente o caminho em que devem andar se há esperança que não desviem dele (Pv 22.6). Crianças não instruídas dificilmente serão bênçãos aos pais. A semente de displicência semeada na falta de educar os filhos geralmente produz infidelidade de honra na parte dos filhos para com os pais. Tanto mais os filhos temem ao Senhor, mais honrarem os pais.

Mantenha autoridade parental: seja bondoso mas não ao custo de autoridade. A falta de contrariar os filhos quando pequenos cria filhos ambiciosos na juventude como Adonias, filho de Davi (I Rs 1.5-6). Por falta de ser responsabilizado pelas ações quando no lar, Adonias não mostrou a devida honra à coroa do pai quando necessitava. Se deseja livrar seu filho de atitudes perniciosas para contigo quando ele for adulto, não retende a disciplina quando é criança (Pv 19.18; 23.13-14). Mantenha-se a autoridade no lar e manterá a honra reverente dos filhos (Hb 12.9).

Proveja aquilo que é honesto quando o filho é menor e quando é maior. É Bíblico os pais entesourem para os filhos (II Co 12.14).Quando houver pais com necessidade, é digno que os filhos cuidem deles (I Tm 5.8), mas, o normal é que os pais cuidem dos filhos (Pv 19.14). Para nos orientar nesse princípio temos o exemplo do nosso Pai celestial cuidando daquilo que os Seus filhos necessitam (Mt 7.9-11; Rm 8.31-32). Os filhos que foram criados no temor do Senhor e que são participantes dos bens dos pais, se mostrarão honrosos para com os pais quando tiverem oportunidade.

Ore pelos filhos. Não entesoures somente o que é material, mas ajuntais tesouros no céu para com os filhos orando muito por eles (Ap 8.4; Sl 56.8). Peça em oração que os filhos sejam preservados e que não caiam no engano da corrupção do mundo; que como eles têm a imagem dos pais no exterior que tenham a imagem do Salvador no seu interior; que sejam instrumentos naquilo que opere para a glória de Deus. Os filhos que são o alvo de muitas orações honrarão os pais que oraram muito.

Encoraje os filhos a trabalhar no que é honroso. Dizem: a mente ociosa é a oficina do Diabo (Pv 24.30-34). A ocupação das mãos quando no lar e o estímulo de trabalhar quando fora do lar fará que a fome seja ausente dos filhos (Pv 19.15) e a honra aos pais seja presente. Quando o filho é ensinado a ser responsável na ocupação das suas mãos, sabedoria será o seu ganho e honra será no seu caminho (Pv 3.13-16). A formiga é nosso exemplo nisso – Pv 6.6-11. Treinar os filhos a trabalharem honestamente quando pequenos criará filhos que desejam recompensar aos pais a honra por os terem ensinado o bem – Pv 22.6.

Louve o que é bom nos filhos. Os pais, como os magistrados que são ordenados por Deus, devem somente ser terrores para as obras más – Rm 13.1-4. O vingador do mal pode tanto castigar o que faz o mal quanto louvar o que faz o bem (v. 3). O filho criado com justiça saberá honrar a quem deve (v. 7).

Seja prudente para com os filhos e não provocai-os à ira. O amor que saboreia as ações dos pais para com os filhos, animará os filhos a honrarem os pais – Ef 6.4; Cl 3.21. O amor verdadeiro pede prudência, e da prudência fruirá honra – I Co 13.4-7. Talvez se pergunte: O que provoca os filhos à ira? O que desanimam eles? A resposta é:

1. Insultos, opróbrio e comunicação afrontosa. 1Co 15.33, “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes”, e os costumes corrompidos naqueles que devem ser respeitados desanimam os filhos. Como pode um pai desejar as bênçãos de Deus nos seus filhos quando ele próprio os maldiz? A sabedoria pede que o bem educado não se associe com o iracundo – Pv 22.24. Devem ser os próprios pais os maus companheiros que o filho prudente deve evitar? Contrariamente, devem ser os pais que protejam os filhos de maus companheiros e os dêem bons exemplos. Cristo nos deu um bom exemplo e semelhantemente deve os em autoridade ser para os outros – I Pd 2.21-24. Se “Um pouco de fermento leveda toda a massa” (Gl 5.9), um pouco de opróbrio gera frustração nos ânimos dos filhos e espalha desrespeito entre todos no lar. Portanto, refreia seus ânimos para que os ânimos dos filhos não sejam confusos.

2. Correção excedente ou injusta. Quando o Rei Saul agiu como um tirano, seu filho Jônatas ficou encolerizado – I Sm 20.33-34. A injustiça excedente dos egípcios para com os Israelitas fez aumentar o clamor dos Israelitas. Assim a correção injusta faz os filhos serem frustrados e podem chegar a pedirem de Deus o livramento dos pais em vez de procurar a serem uma benção aos pais.

3. Parcialidade ou partidarismo entre os filhos. Por Jacó mostrar amor mais ardente para José, os seus irmãos foram provocados a ódio contra José – Gn 37.3-4. O filho que é amado mais dos outros não tem culpa no partidarismo dos pais, mas, ele sofre as conseqüências. Se quiser paz entre os filhos, seja igual o seu amor para cada filho – Watson, Thomas, Body of Divinity, pgs. 319-322.

2. Os filhos devem honrar os Inferiores:

Efésios 6.1, 5. “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne”.

3. Os filhos devem honrar os Iguais:

Ef 5.21, “Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus”.

Gl 6.2-3, “Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo. Porque, se alguém cuida ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo”.

Os Deveres Implícitos no Quinto Mandamento – Ron Crisp

A. Respeito – A falha em honrarmos os nossos pais é uma afronta à honra de Deus. Quando os pais em uma sociedade param de exigir e receber respeito, da mesma forma os professores, a polícia e outras autoridades também não serão respeitadas. A destruição da família leva a um caos na sociedade. Infelizmente, às vezes o governo tenta enfraquecer a família. Eles não percebem que isto causa o enfraquecimento de toda autoridade constituída.

B. Obediência – (Efésios 6.1-4, Jeremias 35.18-19, Lucas 2.51). Obediência aos pais é a forma mais básica do governo humano. Obediência aos pais também ensina a criança como se deve submeter a Deus. A primeira impressão de Deus deve vir da firmeza em amor que a criança recebe de seu pai humano. A criança que não é ensinada a obedecer aos seus pais terá dificuldades para se submeter a Deus (Pv 23.13-14, “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno”.

Que isto seja uma admoestação aos pais. O respeito básico a Deus começa com o respeito aos pais.

(Em virtude da autoridade dos pais, governo, pastor etc. vir de Deus, isto não pode ser contrário a Sua Palavra. Ninguém tem o direito de impor a desobediência a Deus. Há uma cadeia de comando e Deus é supremo em cada elo – Atos 5.29, Mateus 10.37). Mesmo que não devamemos obedecer instruções contra a Palavra de Deus que um pai ímpio pode pedir, o devido respeito mesmo assim deve ser dado continuamente.

C. Atenção as Instruções (Provérbios 1.8)

Os bons pais não somente têm mais experiência do que seus filhos, como também têm o seu bem melhor em seus corações. As crianças honram aos seus pais quando prestam atenção as suas instruções. Que nós possamos como pais levar a sério o nosso dever de cuidadosamente ensinar os nossos filhos (Deuteronômio 6.5-9).

Quando não existir o ensino, a obediência não pode ser esperada – J. Gill

D. O cuidado para com os pais doentes, idosos e necessitados – I Tm 5.4; Lv 19.32

E. Gratidão – Provérbios 31.28

F. Cuidado para não Ferir os Pais – O abuso aos pais é um ultraje (insulto, afronto, calúnia). Note em Êxodo 21.15 e 17 o que Deus pensa a respeito disto. Lembremo-nos de que um filho tolo freqüentemente fere o coração dos seus pais. Isto é a ocupação de tolos (Provérbios 10.1 e 30.17).

Será que os filhos que têm pais pagãos, que não fazem o que merecem respeito, têm uma permissão para não cumprir esse mandamento? Essa pergunta realmente indaga: Pode o pecado de meu pai permitir-me a desobedecer a esse mandamento de Deus? É tolice esperar que o pecado de um sancione o direito do outro a pecar. As leis morais são eternas e o dever de obedecê-las não depende nas ações de homem algum. O seu pai pode ser ímpio, mas ele ainda é seu pai com direito ao respeito e à honra dos filhos. O filho piedoso, apesar da impiedade dos pais, honrará seu pai e a sua mãe pois reconhecerá que estes foram dados a ele por Deus para a Sua glória – J. Calvin.

Versículo para memorizar: Êxodo 20.12. “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá”.

Compilado pelo Pastor Calvin Gardner
Correção gramatical: Edson Elias Basílio, 04/2008 e
Robson Alves de Lima 11/2011 Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

Published inBíbliaCatecismo de C. H. Spurgeon